Concepção e Representação Social da Morte no Grupo Étnico Kongo
Fecha
2015
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Editor
Universidad Rey Juan Carlos
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Resumen
Segundo as observações feitas ao longo dos tempos no quotidiano dos grupos étnicos de Angola, percebeu-se que cada povo tem sua maneira de conceber e representar socialmente a morte. Assim também o grupo étnico kongo. O propósito central do presente estudo foi de evidenciar a concepção que esse povo tem sobre a morte. No que diz respeito o procedimento metodológico, foi aplicada a Técnica de Delfos, cujo painel contou com dez anciãos, conhecedores da cultural kongo, com experiência mínima de dez anos como porta-voz nos óbitos dos bakongo. O instrumento, composto de treze tópicos com perguntas abertas relacionadas à problemática da morte na cultura kongo, foi elaborado especialmente para esta investigação. Os resultados obtidos, com base na opinião dos participantes, evidenciaram que para os bakongo a morte é um acto público e social que envolve toda sociedade; a morte não é o fim da vida, senão uma passagem do mundo dos vivos fisicamente para o dos antepassados, onde os mortos continuam vivendo numa outra dimensão; todos os elementos da representação social da morte (ritos, choro, canções fúnebres, cerimónias fúnebres, provérbios, funeral, mitos e crenças), dos bakongo não só têm significados próprios, como também revelam como eles entendem, interpretam e encaram a morte. Como isso, concluímos que a concepção dos bakongo sobre a morte está ligada à sua cosmovisão (cultura), por isso têm sua maneira peculiar de conceber e representar a morte socialmente.
Descripción
Tesis Doctoral leída en la Universidad Rey Juan Carlos de Madrid en 2015. Director de la Tesis: Octavio Uña Juárez